Anitta explora fé e espiritualidade no novo álbum “Equilibrium”
Anitta lançou, nesta quinta-feira (16), seu novo álbum “Equilibrium”, o oitavo de sua carreira. Com 15 faixas e cerca de 43 minutos de duração, o trabalho apresenta uma abordagem mais introspectiva e simbólica, marcada por reflexões sobre fé, afetos e espiritualidade.

Anitta em foto promocional para o álbum “Equilibrium”. Imagem: Divulgação.
Neste projeto, a artista aprofunda a presença de elementos ligados ao candomblé, religião que segue, incorporando referências aos orixás tanto na construção sonora quanto nas letras e na identidade visual. A espiritualidade surge como eixo central, orientando a narrativa do disco e conferindo consistência ao conjunto do álbum.
O álbum se destaca pela consistência e pela fusão de gêneros musicais. Ao longo das faixas, Anitta transita entre samba, funk, MPB, reggae e R&B, construindo um percurso diversificado, porém coeso. O projeto também reúne um amplo conjunto de colaborações, com participações de Shakira, Liniker, Marina Sena, Luedji Luna, Melly, Ponto de Equilíbrio, Os Garotin, Rincon Sapiência, KING Saints, Ebony, Papatinho, Los Brasileros e Emanazul.
A concepção do álbum está diretamente ligada a um processo pessoal vivido pela cantora nos últimos anos. Após enfrentar questões de saúde associadas ao ritmo intenso de trabalho, Anitta passou a buscar maior equilíbrio entre corpo, mente e rotina. “Equilibrium” nasce, assim, como tradução artística dessa experiência.
Entre os destaques, “Desgraça” abre o disco com referências a Carmen Miranda e às pombagiras, estabelecendo de imediato o tom simbólico do projeto.
Na sequência, “Mandinga” explora temas ligados à sedução e ao empoderamento feminino, enquanto “Caminhador” aposta em uma mensagem de fé e resistência. Já “Deus Existe” apresenta uma sonoridade influenciada pelo reggae e reforça a dimensão espiritual do trabalho, ao sugerir que, após excessos, o verdadeiro luxo reside no equilíbrio e no bem-estar.
A identidade brasileira atravessa todo o álbum de forma marcante. Em faixas como “Bemba” e “Nanã”, a cantora se aproxima de referências culturais e espirituais, enquanto “Meia-Noite” e “Vai Dar Caô” exploram a força do funk carioca, com uma sonoridade mais intensa e menos previsível.
O encerramento fica por conta de “Ouro”, um mantra sobre equilíbrio interior que sintetiza o conceito do álbum. Em “Equilibrium”, Anitta apresenta um trabalho que articula identidade, espiritualidade e experimentação sonora, reafirmando sua capacidade de se reinventar dentro do pop contemporâneo.
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