Sabrina Carpenter critica uso de sua música em vídeo anti-imigração de Trump
Sabrina Carpenter ganhou destaque nas discussões públicas após reagir com firmeza ao uso indevido de uma de suas músicas em um vídeo governamental de teor anti-imigração. A controvérsia ganhou força nesta terça-feira (2), quando a cantora descobriu que a faixa “Juno“, presente em seu bem-sucedido álbum “Short n’ Sweet“, havia sido incorporada a uma peça de comunicação oficial da Casa Branca — comandada pelo presidente Donald Trump — que mostrava operações de detenção conduzidas pelo Serviço de Imigração Americano.

Sabrina Carpenter em foto promocional para o álbum “Man’s Best Friend”. Imagem: Reprodução.
Ao se deparar com o material, Carpenter utilizou sua conta oficial no X (antigo Twitter) para condenar veementemente a apropriação não autorizada da canção. A artista, que lançou recentemente o álbum “Man’s Best Friend“, em agosto deste ano, reforçou que não foi consultada sobre o uso e que jamais teria permitido associação de sua obra a ações governamentais dessa natureza. Indignada, ela expressou repúdio absoluto:
“Este vídeo é maligno e nojento. Nunca mais me envolva ou a minha música para beneficiar sua agenda desumana.”
A manifestação da cantora repercutiu rapidamente entre fãs, especialistas da indústria musical e defensores de direitos civis, reabrindo discussões sobre ética, licenciamento e o uso político de produções artísticas sem consentimento. No centro da polêmica, Carpenter emerge como uma voz que reafirma a importância de proteger a integridade criativa e os valores que cada artista escolhe representar. Sua reação não apenas contesta o episódio, como também estabelece um posicionamento contundente sobre limites, responsabilidade e respeito à arte.
voltar
Tá na boca do povo:



Não fique por fora
