Sabrina Carpenter critica uso de sua música em vídeo anti-imigração de Trump

terça-feira, 2 de dezembro de 2025
por Alice Arruda

Sabrina Carpenter ganhou destaque nas discussões públicas após reagir com firmeza ao uso indevido de uma de suas músicas em um vídeo governamental de teor anti-imigração. A controvérsia ganhou força nesta terça-feira (2), quando a cantora descobriu que a faixa “Juno“, presente em seu bem-sucedido álbum “Short n’ Sweet“, havia sido incorporada a uma peça de comunicação oficial da Casa Branca — comandada pelo presidente Donald Trump — que mostrava operações de detenção conduzidas pelo Serviço de Imigração Americano.

Sabrina Carpenter em foto promocional para o álbum "Man's Best Friend". Imagem: Reprodução.

Sabrina Carpenter em foto promocional para o álbum “Man’s Best Friend”. Imagem: Reprodução.

Ao se deparar com o material, Carpenter utilizou sua conta oficial no X (antigo Twitter) para condenar veementemente a apropriação não autorizada da canção. A artista, que lançou recentemente o álbum “Man’s Best Friend“, em agosto deste ano, reforçou que não foi consultada sobre o uso e que jamais teria permitido associação de sua obra a ações governamentais dessa natureza. Indignada, ela expressou repúdio absoluto:

Este vídeo é maligno e nojento. Nunca mais me envolva ou a minha música para beneficiar sua agenda desumana.

A manifestação da cantora repercutiu rapidamente entre fãs, especialistas da indústria musical e defensores de direitos civis, reabrindo discussões sobre ética, licenciamento e o uso político de produções artísticas sem consentimento. No centro da polêmica, Carpenter emerge como uma voz que reafirma a importância de proteger a integridade criativa e os valores que cada artista escolhe representar. Sua reação não apenas contesta o episódio, como também estabelece um posicionamento contundente sobre limites, responsabilidade e respeito à arte.

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