ADÉLA lança “PRIMA”, seu álbum de estreia

sexta-feira, 4 de setembro de 2026
por Larissa Almeida

Nesta sexta-feira (4), Adéla, a nova aposta do pop, lança seu álbum de estréia “PRIMA”. Com 11 faixas e 4 singles, a cantora eslovaca tem dominado as paradas e as redes sociais com seu cabelo rosa e letras marcantes. 

ADÉLA para o ensaio de "PRIMA". Imagem: Divulgação

ADÉLA para o ensaio de “PRIMA”. Imagem: Divulgação

O projeto é o símbolo de uma conquista pessoal e Adéla deixa isso bem claro em suas letras. Nas faixas, ela desabafa sobre o desejo de reconhecimento da sua arte, o esforço para aprender inglês e, até, a saudade de sua irmã, após deixar sua cidade para conquistar esse reconhecimento. Para ela, tudo isso é ainda mais especial, por não ser norte-americana, mas sim de Bratislava, na Eslováquia. 

No ritmo, a aposta foi na dualidade, intensidade com delicadeza, vulnerabilidade com confiança e batidas fortes para entregar o que descreveu como “uma garota de 22 anos”. O sucesso desse lançamento já era previsto! Desde “KGB”, o primeiro single do projeto, chamou a atenção do público ao ressaltar suas origens e misturar elementos de balé clássico com jazz em um videoclipe icônico. 

Em “Red Bottoms”, ela mostrou um lado mais melódico, falando de seus sentimentos por meio da moda, uma mistura que, sem dúvidas, conquista os ouvintes do pop. Afinal, quando se trata de decepções amorosas e o medo do abandono, fica difícil não gerar identificação. 

Seu terceiro single “Ain’t In LA” é gigante e ainda está nas paradas! Presente no Top 50 global do Spotify, a música também marcou a primeira entrada da artista na Billboard Hot 100 ao estrear na posição 85. Com uma batida que chega a ser nostálgica, ela se torna a própria prova que as meninas fodas não estão em Los Angeles, enquanto conta sobre a imensidade de seu sonho. 

Para marcar de vez esse trabalho, o álbum veio acompanhado de mais um videoclipe que compõe a faixa “Nicole Kidman”. Ela explora a independência e o sucesso da carreira da atriz e produtora, colocando referência de suas obras cinematográficas no visual. Mostrando a estrela como uma grande inspiração de empoderamento. 

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