Em “A Nobreza do Amor”, Virgínia faz ataques racistas, tenta agredir Alika e acaba humilhada
Em “A Nobreza do Amor“, Virgínia (Theresa Fonseca) perderá o controle durante a festa de São Pedro ao confrontar Alika/Lúcia (Duda Santos) em praça pública. Após proferir ofensas racistas e partir para a agressão, a vilã acabará desmoralizada diante dos moradores de Barro Preto.

Duda Santos dá vida a Alika/Lúcia, protagonista de “A Nobreza do Amor”. Foto: Reprodução/Globo.
A sequência acontece após Belmira (Raissa Xavier) revelar que Virgínia foi a responsável por encomendar a destruição do ateliê Flor de Seda. A descoberta deu a Alika a oportunidade de desmascarar a rival diante dos pais dela, Diógenes (Danton Mello) e Marta (Emanuelle Araujo), expondo ainda que a jovem roubou dinheiro do próprio pai para contratar o cangaceiro Carrapato (Marcelo Médici) e executar o plano.
Desde então, Virgínia passou a acumular derrotas. Consumida pelo ciúme que sente por Mirinho (Nicolas Prattes) e convencida de que Alika é a responsável pela ruína de sua vida, a patricinha decide enfrentar a princesa de Batanga pessoalmente.
Durante a celebração, Virgínia aparece acompanhada do noivo, Mirinho, deixa a bolsa com os pais e parte em direção a Alika, decidida a confrontá-la. Irritada, acusa a jovem de ter colocado Diógenes e Marta contra ela e afirma que sua vida se transformou em um inferno desde a chegada da rival à cidade.
“Você entrou na minha casa e botou meus pais contra mim. Eu quero saber se você está feliz”, dirá a vilã.
O clima ficará ainda mais tenso quando Tonho (Ronald Sotto), namorado de Alika/Lúcia, tentar interromper o confronto. A protagonista, porém, permanecerá tranquila e permitirá que Virgínia continue falando. A postura firme da jovem deixará a patricinha ainda mais incomodada, fazendo com que ela volte a insinuar que Alika tem interesse em Mirinho. A discussão logo chamará a atenção dos moradores de Barro Preto.
Sem conseguir atingir a princesa com as acusações, Virgínia partirá para ofensas pessoais e fará novos ataques contra Alika. Em meio ao descontrole, ela recorrerá a declarações racistas.
“Você é muito ousada mesmo! Você abre essa sua boca para falar como se fosse uma princesa, mas na verdade não deveria nunca ter saído da senzala. Nasceu para ser escrava”, disparará a mimada.
Logo após os ataques de cunho racista, Marta correrá até a filha na tentativa de afastá-la da confusão. Alika, no entanto, não deixará as ofensas passarem em branco e dará uma resposta marcante à vilã.
“Eu nunca fui escrava. Na verdade, ninguém nunca deveria ter sido. Mas se um dia eu tivesse sido escravizada, como milhares de pessoas foram nesse país, a vergonha não seria minha, seria sua”, rebaterá a mocinha.
Envergonhado pelo comportamento de Virgínia, Diógenes pedirá desculpas a Alika. A princesa de Batanga aproveitará o momento para revelar diante de todos que a jovem roubou dinheiro do próprio pai para contratar um cangaceiro e ordenar a destruição do seu ateliê.
Sem conseguir sustentar a discussão, Virgínia partirá para a agressão física. Alika reagirá apenas para impedir o ataque e se defender.
Após o confronto, Virgínia terminará caída no chão. Ainda inconformada com a derrota, ela tentará inverter a situação e exigirá que o delegado responsabilize a modista pela confusão. A tentativa de mudar a narrativa, porém, fracassará. As testemunhas confirmarão que Alika/Lúcia apenas reagiu para se proteger, e a jovem deixará a praça acompanhada por Diógenes, tomada pela revolta.
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