Julho no Repeat: os lançamentos favoritos da redação do Poptivo

sexta-feira, 31 de julho de 2026
por Poptivo Redação

Durante a Copa do Mundo FIFA 2026, os grandes lançamentos musicais ficaram em segundo plano diante do destaque dado ao torneio, que dominou as conversas nas redes sociais. Após o fim da competição, os artistas voltaram a apresentar seus novos trabalhos. Nesta lista, reunimos os lançamentos que mais marcaram a equipe do Poptivo ao longo de julho, refletindo exclusivamente nossos gostos pessoais.

Lançamentos que marcaram redação do Poptivo em julho.

Lançamentos que marcaram redação do Poptivo em julho. Imagem: Divulgação.

Madonna – Confessions II

Após sete anos, Madonna retorna com “Confessions II”, seu primeiro trabalho de inéditas desde 2019 e a primeira continuação direta de um disco em sua carreira. Mais de duas décadas após “Confessions On A Dance Floor”, a cantora reafirma seu reinado nas pistas sem repetir a fórmula do clássico. O projeto mergulha na house music contemporânea, incorpora elementos da cena dance atual e preserva a introspecção e a vulnerabilidade que marcaram o original.

Kelela – New Avatar

Uma das principais representantes do R&B alternativo, Kelela retorna com seu terceiro álbum de estúdio, sucessor de “Raven”, lançado em 2023. Diferentemente do antecessor, que fundia R&B e música eletrônica, o novo trabalho resgata influências do metal progressivo que a cantora explorava antes da carreira solo, quando integrava uma banda em Washington. Embora os elementos eletrônicos permaneçam presentes, as guitarras assumem o protagonismo e revelam uma sonoridade inédita em sua discografia.

Feid – “A Xon De Que”

Dando continuidade à saga “El Green Print”, Feid apresentou a primeira amostra do EP “El Club De Las 19 Flores”, que chega às plataformas digitais em 19 de agosto, data de seu aniversário. Na faixa, aborda a dor de um coração partido em versos sobre ainda amar alguém que já não está presente. Musicalmente, combina uma letra nostálgica com uma envolvente batida de reggaeton.

Anitta – EQULIBRIVM II

Sequência do álbum lançado em abril, “EQULIBRIVM II” supera a primeira parte ao fundir gêneros musicais e referências da cultura brasileira. O projeto chega acompanhado de um curta-metragem de 35 minutos e aprofunda temas como espiritualidade, ancestralidade, fé, vulnerabilidade e autoconhecimento.

Bea Miller – “Born To Lose”

Com uma fusão de dance-pop e pop alternativo, Bea Miller aborda de forma direta o impacto da depressão e do esgotamento emocional.

Nia Archives – Emotional Junglist

Ao longo de 15 faixas, Nia Archives explora a intensidade do amor e a ruptura de uma relação em uma fusão do Jungle com o rock alternativo e neo-soul marcada pela carga emocional.

Adéla – “Ain’t In LA”

Terceiro single do álbum de estreia “Prima”, que chega às plataformas digitais em 4 de setembro, a faixa narra a jornada de Adéla ao deixar a Eslováquia em busca do sonho de se tornar uma estrela pop. Musicalmente, combina glitch, graves intensos e vocais processados.

Rebecca Black – “Hot Wet Delirous”

Antecipando o álbum “Age Of The Exhibitionist”, que chega às plataformas digitais em 4 de setembro, a faixa retrata um desejo proibido e os conflitos que surgem ao ceder à atração.

Madonna – “Danceteria”

Em “Danceteria”, Madonna celebra a cultura disco e presta homenagem ao lendário clube nova-iorquino que inspirou o título da faixa e marcou o início de sua trajetória artística.

Charli XCX – Music, Fashion, Film

Após o sucesso estrondoso de “Brat”, lançado em 2024, Charli XCX retorna com um álbum que mergulha no rock alternativo. Em 11 faixas, ela transforma música, moda e cinema em ponto de partida para refletir sobre fama, identidade, criação artística, relacionamentos e o passar do tempo.

Ariana Grande – Petal

Em seu oitavo álbum de estúdio, Ariana Grande aborda o amadurecimento pessoal diante de momentos difíceis, transformando essas experiências em um trabalho sensível, introspectivo e carregado pela raiva pessoal. A cantora passeia pelo R&B, Pop Soul, Drum and Bass e outros.

Jão – Memórias Póstumas

Quinto álbum de estúdio, “Memórias Póstumas” apresenta Jão assinando 14 das 15 composições e entregando uma obra centrada no luto pela morte do pai, na finitude e nas memórias afetivas. O disco transita entre o pop intimista e a MPB dos anos 1990.

Anitta – “Divino Sexual”

A faixa que integra o álbum “EQULIBRIVM II” resgata visões em que o sexo esteve associado ao divino em diferentes tradições ao longo da história, abordando essa prática não apenas como expressão física, mas também como uma experiência de conexão e transcendência.

Anitta (feat. Brô MC’s e Katú Mirim) – OKE

Encerrando “EQULIBRIVM II”, a canção “OKE” funde funk, música eletrônica e rap em uma celebração da cultura, da resistência e das raízes indígenas.

Steve Lacy – Oh, yeah?

No terceiro álbum de estúdio, Steve Lacy preserva sua mistura de bedroom pop e soul, agora com uma forte influência da psicodelia. Liricamente, entrega um trabalho introspectivo que explora sua vulnerabilidade e seus conflitos existenciais.

Frost Children – Tweaker Poem

Gravado durante uma sessão de 24 horas sem dormir em Tóquio, o novo EP do duo estadunidense de música eletrônica transforma medo, isolamento e obsessão em uma obra eufórica. Inspirado pelo período em que os artistas deixaram temporariamente Nova York após um caso de perseguição.

Carly Rae Jepsen – “After All”

Antecipando o álbum duplo “Day And Night”, que chega às plataformas digitais em 18 de setembro, o single sucede “On Wires”. A produção funde soul, disco music e house, enquanto a letra reflete sobre como a maternidade transforma a identidade, as escolhas e a forma como as mulheres enxergam o mundo.

Eartheater – Heavenly Body: If I’m The Bottle You’re The Message

No sexto álbum de estúdio, Eartheater busca inspiração nas memórias da infância e na experiência da maternidade após o nascimento da filha, Nova. Sonoramente, o disco transita entre a música ambiente eletrônica e o art pop.

Caruso (feat. maunatrack) – “Navalha”

Primeiro single de “Metrópole”, novo álbum de Caruso, a faixa surgiu de um momento de raiva após o fim de um relacionamento e, segundo o artista, marca o início de um processo de cura.

Sienna Spiro – Visitor

Misturando pop e soul, o álbum de estreia de Sienna Spiro reúne faixas que exploram a impermanência, o medo do fim, o amor, a perda e a fragilidade da vida.

Sienna Spiro – “Great Expectation”

Em “Great Expectation”, Sienna Spiro reflete sobre como a esperança ameniza a dor da ausência e da decepção. A canção foi inspirada por uma fase vivida em Nova York, quando aguardava todos os dias por alguém que nunca apareceu.

Melton Sello – OPA

O álbum de estreia da banda carioca apresenta uma fusão de pop/punk, emo melódico e reggae. Ao longo de 12 faixas, o grupo aborda dilemas da juventude e inseguranças.

Nessa Barrett – “Too Fast To Live Too Young To Die”

Primeiro single do álbum “Tough Love”, a faixa explora a intensidade de um romance perigoso, a adrenalina do risco e a sensação de invencibilidade associada à juventude, combinando pop alternativo e pop rock.

Beyoncé – “Morning Dew (Donk)”

Celebrando os 20 anos de “B’Day”, seu segundo álbum de estúdio, Beyoncé deu início às comemorações com uma faixa originalmente gravada para seu álbum visual autointitulado de 2013. Após cortes, acabou ficando de fora do projeto antes de circular na internet anos depois. Retrabalhada pela cantora e Pharrell Williams, a canção explora como o desejo e a intimidade podem se manter vivos ao longo de um relacionamento.

Charli XCX – “Camera”

Quarto single do novo álbum de Charli XCX, “Camera” reflete sobre a relação entre imagem, fama e as cobranças da indústria do entretenimento, explorando o paradoxo de sentir-se vulnerável e, ao mesmo tempo, livre sob o olhar público.

Josh Levi – “SWERVE”

O single de R&B, que integra a versão deluxe do álbum de estreia de Josh Levi, “HYDRAULIC”, explora uma atração avassaladora, recorrendo a metáforas de direção para retratar o impacto de uma parceira sobre seus sentimentos e desejos.

MILLENNIUM PARADE, Saya Gray, Daniel Caesar, Daiki Tsuneta – “BLUE”

Tema de encerramento do anime “The Ghost in the Shell”, a música aborda as transformações e a deterioração dos sentimentos, retratando como a doçura se corrompe e o brilho desaparece do olhar. O azul, presente no título da faixa, surge como metáfora para a tristeza profunda, o vazio existencial e a imersão em lembranças e melancolia.

Future – The Real Me

Sem participações especiais, o novo álbum de Future vai além do hedonismo ao revelar dores do passado, conflitos internos e o peso da fama. As letras exploram relacionamentos complexos, desejos intensos e a busca por conexões genuínas.

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