Drake mergulha no R&B em seu novo álbum “Habibti” e entrega seu trabalho mais irregular
Drake lançou nesta sexta-feira (15) seu novo álbum “Habibti”, parte do projeto triplo anunciado pelo artista durante a transmissão ao vivo do último episódio da série “Iceman”. A revelação ocorreu ao final da live, quando o rapper confirmou a chegada simultânea de três discos de perfis distintos.

Drake em nova foto promocional. Imagem: Divulgação.
Se “Iceman” aposta no rap e “Maid of Honour” mergulha na house music, “Habibti” se concentra no R&B, gênero que acompanha a trajetória de Drake desde o início da carreira. O projeto tem 11 faixas e 36 minutos de duração.
O título vem do árabe e é um termo afetivo amplamente usado para se referir a uma mulher, podendo ser traduzido como “meu amor” ou “minha querida”. A forma masculina, “Habibi”, mantém o mesmo significado.
Embora apresente alguns momentos de destaque, o álbum é o mais irregular do lançamento triplo. Faixas como “WNBA” resgatam a atmosfera de trabalhos como “Take Care” e “Views”, com boa construção melódica e forte presença de sintetizadores, além de uma transição bem executada a partir de “Rusty Intro”, que reforça a coesão sonora da sequência.
Drake “White Bone” se destaca pela abordagem mais experimental, com estrutura fragmentada e camadas sonoras densas. Já “Classic” surge como o ponto mais alto do disco, combinando samples de forte apelo emocional e um groove envolvente.
Em contrapartida, “Hurrr Nor Thurr”, em parceria com Sexyy Red, é o ponto mais fraco do projeto e soa desnecessária dentro da proposta do álbum.
No conjunto, “Habibti” é o mais irregular entre os três álbuns lançados simultaneamente, ainda que traga momentos que dialogam com fases marcantes da discografia de Drake.
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