Há 12 anos, Katy Perry iluminava o pop com “Prism”
Há exatos 12 anos, Katy Perry lançava “Prism”, seu terceiro álbum de estúdio — um trabalho que marcou uma nova fase em sua trajetória artística. Três anos após o sucesso estrondoso de “Teenage Dream” (2010), a cantora norte-americana apresentou um projeto mais maduro, introspectivo e emocional, sem abrir mão da energia vibrante que a consagrou no pop mundial.

Katy Perry no ensaio fotográfico do álbum “Prism”. Imagem: Divulgação.
Com 13 faixas na versão padrão e 16 na edição deluxe, “Prism” reflete um processo de autodescoberta. O disco transita entre luz e sombra, força e vulnerabilidade, explorando temas como amor, empoderamento e espiritualidade. O single “Roar”, carro-chefe do álbum, tornou-se um hino de autoconfiança e superação, enquanto “Dark Horse”, em colaboração com Juicy J, mergulha em um universo enigmático de poder e sedução. Já em “Unconditionally”, Perry entrega uma das interpretações mais sinceras de sua carreira, celebrando o amor incondicional e a aceitação plena do outro.
Outras faixas como “Legendary Lovers” e “Walking on Air” expandem a atmosfera luminosa do álbum — a primeira exalando romantismo e intensidade, e a segunda transmitindo um clima eufórico que convida a dançar e sonhar.
Com mais de 5 milhões de cópias vendidas mundialmente, estreia no topo da Billboard 200 e quatro indicações ao Grammy, “Prism” consolidou definitivamente Katy Perry como uma das maiores estrelas do pop contemporâneo. Um álbum que, 12 anos depois, ainda brilha como símbolo de força, renovação e autodescoberta.
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