Fora do Radar: 5 lançamentos de 2026 que merecem sua atenção.
O ano de 2026 está sendo para o mundo da música, sem dúvidas, muito movimentado. Nesse primeiro semestre, de Janeiro a Junho, muitos artistas consolidados na indústria marcaram presença nas paradas musicais, como Olivia Rodrigo com “You Seem Pretty Sad For a Girl so in Love” e Madonna com “Confessions II ”, a sequência do seu lendário álbum de 2005. Outros artistas expandiram seu público e conquistaram novos picos na carreira, como foi com Slayyyter em “Wor$t Girl in America”. No entanto, vários lançamentos bons acabaram não conquistando a atenção que mereciam, por isso, separamos 5 álbuns do pop internacional que valem o seu play:
Detour — Kim Petras

Capa de “Detour”, álbum de Kim Petras. Imagem: Divulgação.
A artista, que é famosa pelos seus recomeços na carreira, recalcula a rota mais uma vez e pega um desvio (tradução direta de “Detour ”) em direção à liberdade artística. Kim decidiu romper com a sua gravadora após vários conflitos para lançar o álbum do jeito que ela queria, ela até ironiza a pressão da gravadora em cima dos seus trabalhos em “Need for Speed”. Voltando às origens de artista independente, Kim Petras entrega seu álbum mais pessoal até o momento ao mesmo passo que bota os ouvintes para dançar nas batidas sujas assinadas pela dupla Frost Children e por Margo XS.
F.I.G — Naomi Scott

Capa do álbum “F.I.G”, de Naomi Scott. Imagem: Divulgação.
Naomi já nos encantou com suas performances como atriz dando vida à princesa Jasmine em “Aladdin” (2019) e a popstar Skye Riley em “Smile 2” (2024), dessa vez ela prova que também sabe entregar um pop tão excelente quanto suas interpretações como atriz. A eterna Mohini de “Lemonade Mouth” (2011) traz em “F.I.G” (acrônimo para fall into grace) um álbum que não é necessariamente autobiográfico, mas reflete em como ela se enxerga em um projeto todo composto por ela.
Nature is Healing — HorsegiirL

Capa do álbum “Nature is Healing”, de HorsegiirL. Imagem: Divulgação.
A DJ mais amada do celeiro finalmente lançou seu álbum de estreia, o esotérico “Nature is Healing”. Com os singles “Earth is Turning” e “An Apple a Day” promovendo o álbum previamente ao seu lançamento, a ideia era que a sonoridade do projeto seria mais voltada para o techno e para o trance, que a persona DJ de Stella Stallion faz muito bem. Porém, HorsegiirL surpreendeu ao trazer um álbum electropop que flerta com uma infinidade de gêneros como o downtempo em “Connect the Dots” e incorporar elementos de new age para dar o tom místico em diversas músicas do trabalho.
U — Underscores

Capa do álbum “U”, de Underscores. Imagem: Divulgação.
Charli xcx é conhecida por amadrinhar artistas alternativas e consequentemente empurrar o status delas na bolha do pop, foi assim com a já citada Kim Petras, com a recém chegada Addison Rae e no momento, a sua queridinha é a DJ Underscores, convidada para abrir os shows da turnê de promoção do “Music, Fashion, Film”. Esse ano, Underscores lançou seu segundo álbum de estúdio e tem colhido ótimos frutos desse trabalho: aclamação crítica e expansão de sua fã base. Esse sucesso, porém, não veio à toa, visto que “U” é um álbum que, mesmo despretensioso, traz um frescor para a sonoridade eletrônica que é tendência no pop.
Harmony – Brutalismus 3000

Capa do álbum “Harmony”, da dupla Brutalismus 3000. Imagem: Divulgação.
Slayyyter botou o electroclash novamente nas playlists dos amantes de pop com “Worst Girl In America”, a sonoridade agressiva e suja, porém, também tem sido feita com maestria por outros artistas. “Harmony” é o exemplo perfeito, com uma pitada extra de brutalidade, referências punk aqui e alí e participações inusitadas de ícones (Anya Taylor-Joy e Underworld). Se você quer explorar uma sonoridade dançante mas sombria ou se você já curte artistas como os duos Snow Strippers ou Crystal Castles, esse álbum definitivamente é pra você!
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